top of page

Custo por uso: o jeito mais inteligente de medir valor

  • Otto Chiquito
  • 29 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura
ree


Custo por uso: o jeito mais inteligente de medir valor (e por que isso muda a percepção de marca)

Muita gente chama de “caro” aquilo que, na prática, é só mal comparado.

Em branding, a percepção de valor raramente nasce do preço isolado. Ela nasce do conjunto: durabilidade, consistência, acabamento, manutenção, presença — e, principalmente, da sensação de que aquela escolha foi “bem feita”.

Por isso, existe uma conta simples que deveria entrar no vocabulário de qualquer marca premium: custo por uso.Quando você divide o valor de um produto pelo número de vezes que ele entra na rotina (e por quanto tempo mantém a experiência), o que parecia “caro” muitas vezes vira vantajoso.

É aqui que o couro legítimo costuma se destacar como categoria:

  • resiste melhor ao tempo e ao uso contínuo

  • envelhece com pátina (um “sinal de história” que pode valorizar a estética)

  • permite manutenção e reparos, prolongando ciclo de vida

  • sustenta alto valor percebido em diferentes contextos

  • reduz a necessidade de reposição rápida (o “custo invisível”)

Do ponto de vista de comunicação, o mais interessante é: isso não precisa de “marketing vazio”. Basta explicar o raciocínio com honestidade. Inclusive apontando quando não compensa — o que aumenta confiança e autoridade.

O resultado é simples: marcas que ensinam o consumidor a medir valor com critérios reais tendem a construir um posicionamento mais sólido e sustentável.

 
 
 

Comentários


bottom of page